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Biografia – um resumo

Silvio Alvarez, artista plástico paulistano, autodidata, residente na estância turística de Joanópolis, dedica-se à técnica da colagem desde 1989.

Na infância e na adolescência, não demonstrava ter talento para as artes plásticas – pintura ou desenho. Gago, muito magro, desajeitado para a prática de esportes, sofria bullying.

Por volta dos 25 anos de idade, ao superar um momento difícil de sua vida, descobre na arte da colagem um novo caminho. Começa a recortar e a colar compulsivamente, e a criar um mundo novo, todo seu, mágico e surreal.

De forma intuitiva, Silvio Alvarez utiliza a colagem para processar suas emoções. Hoje, o artista é professor da pós-graduação em Arteterapia da UNIP – Vergueiro.

Suas obras, em geral, tratam, com bom humor, da relação do homem com o meio ambiente, com o cotidiano das grandes cidades e, sobretudo, da relação do homem com ele próprio.

De 2006 até o momento, o artista já realizou oficinas de colagem para mais de 25 mil pessoas, em sua maioria crianças. Silvio Alvarez é criador do Projeto Artistas do Futuro.

A história de Silvio Alvarez


19 de março de 1966 – Silvio Alvarez nasce na cidade de São Paulo. Filho de Maria Amália Alvarez e Noely Alvarez. Seu nome completo é Silvio Luiz Alvarez. Tem apenas um irmão, dez anos mais velho, Sergio Luiz Alvarez.

Até os 11 anos residiu no bairro Jardim São Paulo, Zona Norte da capital paulista.

O menino Silvio Alvarez com seus pais e a professora, Silvia, de branco à esquerda

Sua mãe, professora primária, trabalhava como supervisora de vendas e seu pai era vendedor de tratores e equipamentos industriais. Na infância, Silvio passava a maior parte do tempo com sua avó materna, Ada BaccheretiFederici, a Vó Ada.

O irmão Sergio Luiz Alvarez

Silvio Alvarez estuda até o 2° ano primário, hoje ensino fundamental, no Colégio Jardim São Paulo

Com Dona Cristina, diretora do Colégio Jardim São Paulo

Na infância e na adolescência, Silvio sofreu bullying por ser gago, muito magro e meio desajeitado para a prática de esportes. Ele já gostava de artes – teatro, música, leitura e escrita, mas em nenhum momento demonstrou talento para as artes visuais – desenho ou pintura.

Silvio não costumava brincar com outras crianças. Gostava de brincar sozinho com bonequinhos de plástico, forte Apache, Playmobil e com o jogo da memória com bandeiras dos países que ganhou do pai aos 7 anos.

O pai, Noely Alvarez

Foi esse joguinho da memória, produzido por seu pai com algumas bandeiras feitas com recortes de revistas, que deu a referência para Silvio Alvarez tornar-se artista plástico de colagem.

Do 3° ao 6° ano, estudou na Escola Municipal Máximo de Moura Santos, bem próximo de sua residência, na Rua Julia Lopes de Almeida, no Largo da Paulicéia, Jardim São Paulo. No 6° ano, é eleito presidente do Centro Cívico.

Com 12 anos de idade, a família muda-se para o bairro da Vila Mariana e depois para o bairro de Moema.

Do 7° ano do fundamental ao 3° do ensino médio, estudou no Colégio Liceu Pasteur, no bairro da Vila Mariana.

Em visita à hidrelétrica de Itaipu

Participou do grupo de teatro amador Taba’s, da Biblioteca Viriato Correia, na Vila Mariana, como divulgador e também como ator (interpretava apenas personagens mudos, pois era gago).

Com o grupo de teatro Taba’s, (de paletó bege, ao fundo)

Aos 16 anos começa a trabalhar, vendendo material de escritório para uma papelaria da rua da sua escola.

No Colégio Liceu Pasteur criou e foi o editor do jornal Opinião e diretor de um grupo de teatro com alunos de sua sala. Na ocasião, entrevistou o ator Rubens de Falco, um ex-aluno do Pasteur, entre outras personalidades, como o locutor esportivo Silvio Luiz.

Com 17 anos começa a escrever uma coluna sobre música para a revista Moema In, no bairro de Moema. Também escreveu como colaborador para o Jornal de Jundiaí, Diário de Piracicaba, Jornal de Santana, entre outros.

Com jornalistas e a assessora de imprensa Miriam Martinez na entrevista coletiva com Luiz Gonzaga, na Gravadora RCA Victor (ao fundo, atrás do artista)

Gostava de escrever sobre música e era chamado pelas gravadoras de discos para entrevistar os artistas. Participou de inúmeras entrevistas coletivas e de entrevistas exclusivas com grande nomes da música brasileira: Luiz Gonzaga, Antonio Marcos, Nelson Gonçalves, João Nogueira, Martinho da Vila, Alcione, Beth Carvalho, Elba Ramalho, Alceu Valença, Moraes Moreira, Jessé, Caetano Veloso, Ivan Lins, Ronnie Von, Bezerra da Silva, entre muitos outros.

Na entrevista coletiva com o cantor Antonio Marcos (de pé, ao lado do artista)

Entrevistando Elba Ramalho

Aos 18 anos de idade, por sugestão do seu irmão, vai trabalhar de DJ no Clube Esperia. Em pouco tempo a família volta a residir na Zona Norte de São Paulo.

Inicia trabalhando no Clube Esperia registrado como operador de som da Boate 1899 Club, recém inaugurada. Por muitos anos, promove bailes na boate, de sexta a domingo. Domingo era dia de “domingueira” e também de um baile para crianças, na parte da tarde, que batizou de “Milk Shake”.

De almirante em uma das festas dos anos 1960 realizadas na boate do Clube Esperia

Animando a domingueira infantil Milk Shake

Com o ator Gerson Brenner, uma das atrações do Milk Shake

Animado com o trabalho de DJ, para de estudar, contra a vontade dos pais, faltando 6 meses para completar o ensino médio. Arrependido, tenta retomar os estudos anos depois, sem sucesso.

As festas promovidas por Silvinho, como era conhecido no clube, deram tão certo que ele começou também a promover festas no salão social, um espaço com capacidade para 4 mil pessoas.

A entrada da Domingueira do Esperia

No salão social, promove a Domingueira do Clube Esperia com shows ao vivo, tendo o DJ China nos toca-discos. Com uma equipe entrosada e grande confiança por parte do clube, Silvio Alvarez contrata artistas, cuida da venda dos ingressos, da segurança, do bar e de todos os outros detalhes. Uma grande responsabilidade para um jovem de 20 e poucos anos. Na época, apresentam-se na Domingueira do Esperia: Skank, Só Pra Contrariar, ExaltaSamba, Fundo de Quintal, Art Popular, Molejo, U2 Cover, escolas de samba do Rio e de São Paulo, entre muitas outras atrações.

Divulgação do show do Skank que havia acabado de lançar o 1° CD

Com o grupo Fundo de Quintal e o DJ China

Com o grupo Art Popular, DJ China e seu irmão Ivo

Com o apoio do Clube Esperia e do seu Vice-Presidente Social à época, Benedito Veneziani, Silvio Alvarez monta um buffet, junto com sua mãe, para atender às festas realizadas na boate.

Ainda no Clube Esperia, Silvio Alvarez começa a planejar a decoração de alguns eventos. Foi o mais próximo que ele chegou das artes visuais aquele momento.

Decoração de carnaval no salão social do Esperia, elaborada por Silvio Alvarez

Com o sucesso das domingueiras, Silvio Alvarez tenta ingressar no universo artístico como empresário de uma banda de rock, a Imortais, que contou com Netinho do grupo Os Incríveis na produção.

Com a banda Imortais e Netinho do grupo Os Incríveis

Fingindo saber tocar guitarra com a banda Imortais

Coluna de Cesar Giobbi no Estadão dá nota a respeito da tentativa de ser empresário musical

Forma-se no curso técnico de Locução em Rádio do SENAC da Rua Dr. Vila Nova. Mesmo ainda gago, consegue falar bem ao microfone com a voz impostada.

Por volta dos 25 anos, Silvio Alvarez é diagnosticado com depressão e síndrome do pânico. Precisa deixar o trabalho no Clube Esperia e chega a ser internado em clínicas por colocar em risco sua própria vida.

Esse período difícil de sua vida dura mais de 15 anos. Hoje, é sabido que todo o bullying vivenciado na infância, somado a outros fatores, contribuiu para que ele desenvolvesse a depressão.

Em 1997, Silvio Alvarez muda-se com seus pais para Joanópolis, uma linda cidade com 12 mil habitantes, a 110 km de São Paulo, onde reside até hoje.

Trancado em casa, ainda acreditando que sua vida não fazia mais sentido, passa a recortar e a colar. Compulsivamente, começa a produzir colagens.

Incentivado por pessoas próximas cria o Jornal Jóia da Mantiqueira, em Joanópolis, que chega a ter 12 páginas, caderno infantil, edição quinzenal e tiragem de 3 mil exemplares. O jornal permanece ativo por cerca de dois anos.

Com o término do Jóia da Mantiqueira Silvio Alvarez trabalha como assessor de imprensa da prefeitura de Joanópolis. Nesse trabalho como assessor destaca-se a entrevista que consegue para a Profa. Maria do Rosário Tavares de lima, autora do livro Lobisomem: assombração e realidade, no Programa Jô Soares Onze e Meia.

Com o apresentador Jô Soares e Marcos Bueno, de Joanópolis, artesão e ilustrador do Jóia da Mantiqueira

O amigo Rodrigo Reis, psicanalista e musicoterapeuta, insiste para que Silvio Alvarez faça sua primeira exposição na loja Poder da Criação, de Nika Guimarães, no bairro da Pompéia, em São Paulo. É Rodrigo que faz com que Silvio comece a perceber-se como artista plástico.

Com Nika Guimarães, do Poder da Criação

Tenta ainda outros trabalhos por não conseguir enxergar-se como artista plástico. Para ele a colagem era apenas hobby, que não poderia garantir sua sobrevivência. A convite do amigo Eduardo Cesena, atua como assessor de imprensa da banda de pop rock Yslauss, comandada por Charles Mendes, vocalista.

Ao voltar a residir sozinho por alguns poucos anos em São Paulo, Silvio Alvarez cria a crônica semanal Perdido na Metrópole, contando suas desventuras morando sozinho na cidade grande. A série de crônicas foi publicada durante 4 anos no jornal Gazeta do Paraná, de Cascavel.

O apoio de outro amigo, Marco Bayeux, faz Silvio notar que o caminho da sua vida poderia ser mesmo o das artes. Ao adquirir 30 cartões de Natal do artista para oferecer aos seus clientes, incentiva-o a lutar por um ideal, fazendo nascer assim um novo ânimo.

Em 2002, depois de sua primeira exposição, Silvio Alvarez busca outros espaços, com a cara e a coragem. Apresenta seu trabalho à concessionária SOCICAM e realiza uma exposição no Terminal Rodoviário do Tietê, em São Paulo.

O programa Ação Cultural do Metrô de São Paulo proporciona uma grande oportunidade ao novo artista. Silvio Alvarez realiza exposições nas estações Liberdade (2002), Jardim São Paulo e Vila Madalena (2007).

Exposição na estação Jardim São Paulo do Metrô, de volta ao bairro onde o artista passou a infância

Em 2005, morre Noely Alvarez, pai de Silvio Alvarez, vítima de infecção hospitalar.

Noely Alvarez

Em 2006, realiza sua primeira oficina de colagem, para professores da Escola José Benedito de Salles Bayeux, em Joanópolis.

Em 2007, inicia a terapia com o psicólogo Gino Dinelli, em Joanópolis, que duraria 8 anos.

2008 é o ano que muda de vez a sua vida. A convite do amigo David Moura Leite de Freitas, que cursou com ele o ensino médio no Liceu Pasteur, Silvio Alvarez participa do Leader Training, um programa de Neurolinguística (PNL) do Núcleo Ser. Além de outras dinâmicas, igualmente importantes para outras áreas de sua vida, por intermédio de uma regressão consciente, toma ciência da origem da sua gagueira, uma bronca muita forte de sua avó, quando ele tinha 7 anos de idade. Após 3 meses, não gagueja mais.

Anos mais tarde, faz outro tratamento, em consultório, com o Dr. Gilberto Katayama, também do Núcleo Ser.

Quadro Quarto Azul, de 2007, o mais representativo do processo intuitivo de Arteterapia

Em 2008, a convite da psicóloga, arteterapeuta, artista plástica e professora Patrícia Pinna Bernardo, começa a dar aulas na pós-graduação em Arteterapia da UNIP Vergueiro em São Paulo. Foi Patrícia Pinna que identifica que Silvio Alvarez, intuitivamente, havia passado por um processo de cura por intermédio da Arteterapia.

Com Patrícia Pinna Bernardo

Aula na pós-graduação em Arteterapia da UNIP

Para adquirir maior experiência e conteúdo para suas aulas, realiza oficinas voluntariamente para crianças e adultos portadores das mais diversas necessidades especiais.

Oficina na Escola Helen Keller, para crianças surdas.

Também em 2008, a partir da exposição no metrô Vila Madalena, Silvio Alvarez é convidado a expor e a realizar oficinas de colagem no SESC Ipiranga, no Projeto Murographia. Inicia assim sua carreira profissional como artista plástico.

Exposição no SESC Ipiranga, em 2008

Ainda em 2008, a convite da marchand Edes Francesca Dalle Molle, participa da mostra Luxo no hotel Sofitel, em São Paulo. A oportunidade permite ao artista experimentar a produção de quadros maiores.

Mostra Luxo no Sofitel, em São Paulo

Em 2009, é convidado pela Editora Abril para produzir um painel em colagem para o recém inaugurado Museu da Sustentabilidade, na Praça Victor Civita, durante a Semana do Meio Ambiente.

Painel A Árvore – collage sobre MDF – 350 x 250 cm – 2009

Em 2010 participa da mostra coletiva “Terras Indígenas” com o quadro A Criação, representando os povos Baniwa e Coripaco. O quadro compõe o acervo do Memorial dos Povos Indígenas, em Brasília.

A Criação – collage sobre MDF – 40 x 40 cm – 2010

Também em 2010, a convite da Associação Justiça Social – Secretaria de Justiça do Estado Espírito Santo, realiza oficinas de colagem para internos da Penitenciária de Viana.

Ainda em 2010, a convite da Prefeitura de Curitiba, realiza oficinas de colagem na Casa do Artesanato para 60 artesãos licenciados da Feira do Largo da Ordem – Instituto Municipal de Turismo.

Em 2011 participa da Feira internacional Artshopping no Carrousel Du Louvre, em Paris.

Ainda em 2011, conhece a produtora cultural Rose Meusburger, da Gaia Brasil. Por intermédio dela, Silvio Alvarez inicia o processo de criação e elaboração dos seus projetos, além de estruturar toda a sua carreira.

Duas pessoas muito importantes na carreira de Silvio Alvarez: Marco Bayeux e a produtora cultural Rose Meusburger, da Gaia Brasil

Também em 2011, cria o formato de oficinas de colagem para a Cola Pritt, da Henkel, na campanha publicitária “Criatividade é o que se usa para construir pessoas” em 4 capitais (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Curitiba). A empresa passa a apoiar o artista com material para suas oficinas.

Participa do projeto site specific Arte ao Cubo no SESC Palmas, Tocantins.

Em 2012, realiza exposição no Aeroporto Internacional de Guarulhos – a convite da Coordenação de Meio Ambiente Infraero.

No mesmo ano, participa da Rio + 20 realizando oficinas de colagem no Planetário da Gávea. Recebe os prêmios “Green NationFest”, categoria júri popular, e “Professor Cidadão”, do grupo Mogi News.

Ainda em 2012, ao lado da fisioterapeuta Aline Poli, inicia um projeto voluntário de oficinas de arte para idosos no Lar São Vicente de Paula, em Joanópolis.


Também em 2012, passa a expor seus trabalhos no Condomínio Conjunto Nacional, na Avenida Paulista, São Paulo. Realiza, nesse espaço, exposições anuais em 2012, 2013, 2014 e 2016.

Conclui o quadro Jardim das Delícias, releitura em colagem da obra de Hieronymus Bosch.

Ainda em 2013, realiza exposição no Club Transatlântico, tradicional espaço da comunidade alemã em São Paulo.

Em 2013, cria o Projeto Artistas do Futuro que, por intermédio de oficinas de colagem em escolas públicas, busca sensibilizar as futuras gerações apresentando obras célebres e aliando conceitos de arte, sustentabilidade e criatividade.

Oficina do Projeto Artistas do Futuro em Porto Ferreira – SP

Conhece Leonardo Giovane, estudante de Joanópolis, que se torna seu aprendiz de colagem.

Com o aprendiz Leonardo Giovane

A convite de Edson Cardoso, da Ava Galleria, participa da exposição Diálogo da Arte Contemporânea II, em Helsinque, Finlândia.

Nos anos de 2014/2015/2016, Silvio Alvarez realiza, por duas vezes, o Projeto Artistas do Futuro para todas as crianças e jovens de Joanópolis, da pré-escola ao ensino médio, incluindo as escolas rurais e a escola particular da cidade.

Projeto Artistas do Futuro na Escola Emília Ximenes Capozoli, em Joanópolis

Passa a realizar anualmente, no mês de outubro, o Curso de Collage com Silvio Alvarez, atualmente sediado no Hotel Tulip Inn Paulista Convention, no bairro do Paraíso, em São Paulo.

Em 2015, dá importante passo em sua carreira ao realizar palestra no fórum anual da Associação de Arteterapeutas do Estado de São Paulo.

Palestra no fórum da AATESP

Atualmente, continua seu tratamento, com a psicóloga Sandra Giordani, especializada em Constelação Familiar.

Em 2016, por indicação do amigo e fotógrafo Márcio March, realiza exposição no restaurante Piselli, no bairro dos Jardins, em São Paulo, a convite do empresário Juscelino Pereira, natural de Joanópolis.

Com Juscelino Pereira, no restaurante Piselli, em São Paulo

Com o fotógrafo Márcio March, autor das fotos para assessoria de imprensa

Em 2015/2016, com o apoio institucional da Henkel, por intermédio do programa MIT – Make an Impact on Tomorrow, realiza oficinas de colagem do Projeto Artistas do Futuro para aproximadamente 6 mil crianças da rede pública de ensino nas seguintes cidades do Estado de São Paulo: Santos, São Vicente, Cubatão, Guarulhos, Piracaia, Irapuã, Suzano, Guararema e Mococa.

Oficina do Projeto Artistas do Futuro em Guararema – SP

Quando da realização das oficinas do Projeto Artistas do Futuro na Escola Desolina Betti Gregorin, em Irapuã – SP, a convite da professora de artes Paula Ronchi, Silvio Alvarez revela o jovem artista Matheus Reis, então com 16 anos, que produz lindas esculturas em arame.

Em 2016, por intermédio da Lei de Incentivo PROAC – ICMS, do Governo do Estado de São Paulo – Secretaria de Cultura, com o patrocínio das Lojas Tanger, Móveis Província e MarGirius realiza oficinas de colagem para 3.700 crianças da rede pública de ensino nas cidades de São José do Rio Preto, Araçatuba, Porto Ferreira e Guapiaçu.

Oficina do Projeto Artistas do Futuro em Araçatuba – SP

Em 2016, é entrevistado por Cátia Fonseca no Programa Mulheres, da TV Gazeta.

Mostras coletivas

  • Artshopping – Carrousel du Louvre – 2011
  • Mês da Colagem – Rotterdam – Holanda – 2010
  • Terras Indígenas – Memorial dos Povos Indígenas – Brasília – 2010
  • Luxo – Sofitel São Paulo – setembro a dezembro 2008
  • Mandalas – Oficina Cultural Oswald de Andrade – São Paulo – novembro 2003
  • Aquarelas do Brasil – Fundação Pró-Memória – São Paulo – julho 2002
  • Brasil, Pátria Amada, Idolatrada, Salve, Salve-se quem puder… – Allegro Bar e Restaurante – outubro 2001

Mostras individuais

  • Conjunto Nacional – Avenida Paulista – São Paulo – outubro de 2016
  • Restaurante Piselli – setembro de 2016
  • Casa de Cultura Rogério Cardoso – Mococa – abril de 2016
    Exposição Paisagens de Mococa
  • Conjunto Nacional – Avenida Paulista – São Paulo – outubro de 2014
  • Conjunto Nacional – Avenida Paulista – São Paulo – outubro de 2013
  • Galeria do Rock – São Paulo – outubro de 2013
  • Club Transatlântico – São Paulo – setembro de 2013
  • Conjunto Nacional – Avenida Paulista – São Paulo – setembro de 2012
  • Aeroporto Internacional de Guarulhos – Coordenação de Meio Ambiente Infraero – junho de 2012
  • SESC Palmas – Tocantins – Junho de 2011
  • FIMAI – Feira Internacional de Meio Ambiente – Expo Center Norte – São Paulo – Novembro de 2010.
  • SESC Ipiranga – Maio de 2008
  • Ação Cultural – Metrô SP
    Estação Vila Madalena – Estação Jardim São Paulo – 2007
  • Ação Cultural – Metrô SP – Estação Liberdade – agosto 2002
  • Terminal Rodoviário do Tietê – São Paulo – outubro 2002
  • Ateliê Poder da Criação – Pompéia – São Paulo – junho 2001